Novas histórias para a Prainha

“Olha ali, a Prainha iluminada!”. Eu estava encantada em ver aquela cena. Deveria estar magoada pela demora que levou aquele lugar a ficar fechado por tanto tempo. Deveria estar querendo entender porque, depois do sucesso do Ramiro Ruediger como espaço de lazer, a Prainha não se tornou prioridade máxima. Mas, não. Eu só estava feliz. Continuar lendo “Novas histórias para a Prainha”

Carta aberta aos comerciantes da Antônio da Veiga

Antes de mais nada, quero dizer que não sou contra o desenvolvimento da cidade. No entanto, entendo que os costumes do nosso povo precisam ser estimulados de modo a manter a nossa pujança industrial e a tradição presente nas veias dos nossos cidadãos. Continuar lendo “Carta aberta aos comerciantes da Antônio da Veiga”

O mar é para todos, o rio também

Li tardiamente Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva. Já nas primeiras linhas, quando ele descreve a sensação libertadora e incrível de estar à beira do rio com os amigos brincando naquele espaço, voltei a ser criança. Continuar lendo “O mar é para todos, o rio também”

Se não morássemos em Blumenau

Não sou de Blumenau. E, talvez por isso, varie entre momentos em que sou absolutamente turista nessa cidade onde vivo há mais de 10 anos com outros em que me pego com discurso absolutamente local – especialmente quando é hora de reclamar. Outro dia, ouvi um turista (sotaque paulista, meo) perguntando para outro “como deve ser morar numa cidade onde o rio faz curva?”. Continuar lendo “Se não morássemos em Blumenau”

A árvore que viveu (e o sentimento de renascer)

Eu estou orgulhosa de Blumenau. Tenho muitos motivos para comemorar quando vivo numa cidade que consegue impedir o corte de uma árvore nem que, para isso, seja necessário desenhar (como as cores de giz de cera quase ironicamente riscaram o asfalto em frente à árvore), mesmo que seja necessário mobilizar, mesmo que seja necessário subir nos galhos para dizer que se a árvore morresse, morreríamos um pouco todos nós. Continuar lendo “A árvore que viveu (e o sentimento de renascer)”