Dia dos Namorados: comemore apenas se estiver inteiro

Não é a quantidade de corações de TNT nas vitrines, nem as cafonas e inaceitáveis sacadas sexistas da propaganda, nem os anúncios no Facebook de restaurantes buscando reservas. O que nos lembra que é Dia dos Namorados no próximo domingo é a auto-avaliação de quem está num relacionamento e quer entender se há motivos para comemorar. Continuar lendo “Dia dos Namorados: comemore apenas se estiver inteiro”

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Estou planejando uma fuga

Estou planejando uma fuga. Quero juntar meia dúzia de roupas, um cartão de crédito com limite muito acima do que eu posso pagar e todas as minhas frustrações e sair. Não sei bem pra onde, mas tenho certeza que não me faltariam opções. Estou em Santa Catarina, afinal, e praias incríveis e redutos da paz de espírito são bem fáceis de encontrar. Continuar lendo “Estou planejando uma fuga”

Por que corremos tanto?

Estamos com pressa. O tempo todo. Engolimos sem mastigar, vamos de carro pra academia porque é mais rápido, ouvimos música só dirigindo. O abraço nunca durou tão pouco – está mais para um cumprimento de amigos adolescentes que se jogam um no peito do outro e logo desgrudam. É difícil que as mãos inteiras e abertas consigam apoiar nas costas do outro e a melhor sensação do mundo, que é um abraço longo e apertado, se tornou um tesouro escondido em poucos braços e almas. Continuar lendo “Por que corremos tanto?”

10 anos de jornalismo: ciranda e montanha-russa

No dia 13 de março, completo 10 anos trabalhando com jornalismo. Do primeiro dia de mãos trêmulas e medo de errar as informações do lead (estrutura básica de um primeiro parágrafo noticioso) até o empreendedorismo e todas as suas conseqüências.

São 10 anos de amor e ódio, arrependimento e orgulho extremo, de aprendizado de que o mais apaixonante desta profissão é exatamente isso: não existe tédio, certeza absoluta, água calma. O jornalismo pra mim é uma ciranda que só cresce porque, palmo a palmo, conheci muitas das pessoas mais importantes da minha vida. Ao mesmo tempo, uma montanha-russa que me faz não perder o frio na barriga nunca. Continuar lendo “10 anos de jornalismo: ciranda e montanha-russa”